29 abril 2016

Quotes Cativantes


Oi gente! Como vocês estão?

Olhem eu novamente, trazendo quotes cativantes para vocês! Desta vez eu vim trazer algumas frases adoráveis do livro Como Falar Com Um Viúvo, escrito por Jonathan Tropper. Depois dessa, eu quero ver todo mundo pegando esse livro para ler esse mês!

P.S.: Gente, eu paguei R$4,90 por esse livro na Submarino. Dá para acreditar?

“Mas só porque um fato é verdadeiro, isso não quer dizer que eu esteja pronto para encará-lo hoje. Às vezes a única verdade com que podemos lidar é aquela com que acordamos a cada manhã. E hoje, como acontece em todas as manhãs, acordei com a minha dor. Sendo assim, faça-me o favor de não mexer com ela.”
“Como é possível sentir falta de algo que nunca se teve de verdade?”
“ - Acontece que as pessoas se tornam possessivas em relação à própria dor, quase orgulhosas. Querem acreditar que a dor delas é diferente da dor dos outros. Mas, na verdade, é exatamente igual. A dor é como um tubarão. Sempre existiu e, durante todo esse tempo, praticamente não evoluiu. Sabe por quê?
- Por quê?
- Por quê é perfeita do jeito que é.”
“Deus, você já me sacaneou o bastante e estou lhe dando uma chance agora mesmo de consertar as coisas.”

“Não existem finais felizes, apenas dias felizes, momentos felizes. O único fim genuíno é a morte e, acredite, ninguém morre feliz. E o preço de não morrer é ver as coisas mudarem o tempo todo, e a única certeza que temos é a de que não há nada que se possa fazer a respeito.”
Como Falar Com Um Viúvo é uma mistura de momentos engraçados, lições de vida e um pouco de drama. Esse livro me surpreendeu e espero que surpreenda vocês também.


Espero que tenham gostado! Contem-me nos comentários o que acharam e se vocês já conheciam ou já leram esse livro, vou ler tudinho! :D

Beijos e até a próxima!



28 abril 2016

Mosquitolândia - David Arnold





Sou uma coleção de esquisitices. Um circo de neurônios e elétrons: meu coração é o dono do circo; minha alma, o trapezista, e o mundo, minha plateia. Parece estranho porque é estranho, e é estranho porque sou estranha.



Em Mosquitolândia conhecemos a Mim, Mary Iris Malone, uma garota de 16 anos que, após a inesperada separação de seus pais, deixa sua mãe em Cleveland e é obrigada a morar com o pai e a madrasta em Mississippi, Ohio.

Durante esse tempo longe da mãe, Mim mantém contato com ela através de cartas, mas logo esses contatos vão ficando cada vez mais escassos e ela suspeita que a sua madrasta Kathy tenha algo a ver com isso. Mais tarde, em uma conversa entre Kathy e seu pai, Mim descobre que sua mãe está doente.

Nossa heroína junta algumas roupas, comida, rouba as economias de sua madrasta e foge à procura de sua mãe, que está a 1,524 km de distância. A partir daí nossa aventura com Mary começa.


"Desenvolvi uma teoria que gosto de chamar de 'Princípio de Dor'. Basicamente é: a dor torna as pessoas quem elas são."


Ao longo da história vamos conhecer não só a personagem principal, mas também a família dela e muitas outras personagens que ela conhece nessa viagem um tanto quanto maluca.
O livro é narrado pela própria personagem, mas ao longo dele o autor compartilha conosco algumas cartas que a Mim escreve, durante a aventura, para uma pessoa chamada Isabel, que só nos vai ser apresentada no fim do livro. Esse é mais um daqueles misteriozinhos básicos que te deixam com uma pulga atrás da orelha.

Com certeza, um dos pontos altos deste livro foi o desenvolvimento de personagem. Não pegue esse livro esperando personagens como a Alaska ou a Margo, que são adolescentes que sempre têm uma frase incrível no bolso, diversos pensamentos poéticos sobre a vida e todas aquelas coisas que quem já leu Quem é você, Alaska? ou Cidades de Papel sabe. Diferente delas, Mim é uma garota que cresce muito durante as 300 e poucas páginas e que vai sempre redefinindo os seus conceitos. E nós vamos crescendo e aprendendo um pouco com ela.


Apesar do livro passar uma pegada mais dramática por conta de todos os problemas pessoais da personagem, a história é bem divertida e com algumas cenas beeeem fofinhas. Essas características se dão porque a Mim é uma menina hilária, cheia de pensamentos doidos e engraçados e também por causa de mais duas personagens que ela conhece durante essa road trip.

Walt, um garoto super fofo que tem síndrome de down, e Beck, o fotógrafo que senta no “17B”, são personagens maravilhosas que só acrescentam e deixam tudo ainda mais fofo e engraçado. Eu terminei esse livro querendo apertar esses os dois jovens ❤.


"Penso em como as coisas mudam rápido para mim. Mas essa é a essência da mudança, não é? Quando é gradual, chama-se crescimento; quando é rápida, mudança. E, meu Deus, como as coisas mudam: algumas coisa, nada, outras coisas, tudo... Todas as coisas mudam."

Uma coisa que eu gostei muito no trabalho do autor é que tudo foi muito bem amarrado, desde acontecimentos, até atitudes de algumas personagens. Nesse sentido, ele se preocupou em deixar claro que o acontecimento x foi causado por isso e o comportamento de tal personagem não se dá porque ele é dessa forma, mas porque é dessa outra forma.
Não poderia deixar de falar desse trabalho gráfico INCRÍVEL. A ilustração, a fonte e as cores são maravilhosas, o miolo é cheio de detalhes e desenhos fofos, chega a ser impossível não amar ❤.


Além de todos esses pontos que contaram a favor do livro, houve alguns pontos que me chatearam um pouco. Primeiro: O autor joga temas como estupro, síndrome de down e abandono e acaba não se aprofundando em nenhum deles. Poderia ter aproveitado mais sr. Arnold? Poderia!; Segundo: A história tem diversos autos e baixos, numa hora a leitura estava prazerosa, divertida e me prendia e na outra começava a ficar um pouco chata e eu acabava procurando outras coisas para fazer;


No fim das contas o livro teve um saldo positivo comigo. Foi um livro que me conquistou e me fez querer reler só para viver tudo aquilo novamente, e rir das mesmas tiradas engraçadas e querer apertar ainda mais o Walt.

Classificação:




Espero que tenham gostado da resenha. Se vocês já leram Mosquitolândia me digam o que acharam, se não, adoraria saber se bateu aquela vontadezinha de ler.

Câmbio e Desligo,


 


27 abril 2016

Playlist | Simon vs a agenda Homo Sapiens


Oi gente!
Como eu já havia mencionado em um post anterior, vocês ainda me veriam por aqui com mais um post sobre Simon vs a agenda Homo Sapiens, o livro xodó do momento. Prometo que esse é o último! hahahaha Dessa vez o post é sobre mais uma das coisas que eu amo: músicas. E posso dizer com certeza que a música é um protagonista importante desse livro, tanto que a autora deu explicação para o uso de algumas delas no livro, e eu vim mostrar isso pra vocês =D. Lembrando que fiz uma tradução livre com base nesse site aqui.

Mas antes de colocar as palavras da autora sobre a playlist, apertem o play e já vão curtindo o som que tem tudo a ver com o livro e com o protagonista Simon. E só amor gente, sério!

26 abril 2016

Top 5 | Adaptações melhores que os livros


Hey gente!Tudo bem?
Hoje vim falar de uma coisa rara (e polêmica) aqui: adaptações que saíram melhores que os próprios livros de origem. Eu sei que é quase uma regra que o livro é melhor, mas acreditem, tem vezes que a mudança é bem vinda e acaba dando certo. Hoje vou falar especialmente de 5 séries que ficaram beem melhores na Tv do que nos livros. E só pra esclarecer: não quero dizer que os livros são horríveis, só que as adaptações foram mais bem sucedidas (e são até bem diferentes) do que os livros em si. Bora lá?

25 abril 2016

E se fosse verdade... – Marc Levy


O que você faria se encontrasse uma mulher estalando os dedos dentro do seu armário do banheiro? E se ela lhe contasse uma história muito estranha, com pitadas de sobrenatural e totalmente impossível de acreditar?

No primeiro livro do francês Marc Levy encontramos uma narrativa que se tornou um sucesso, sendo publicado em mais de 40 línguas e acabou por lançar sua carreira de escritor. Segundo ele, seu intuito ao escrever o livro foi criar uma história para que seu filho lesse quando ficasse adulto, mas eu me pergunto o que exatamente ele quis dizer para o garoto. Que a gente precisa acreditar nos milagres da vida, principalmente quando ele está personificado em uma garota tagarela e bastante maluca? Não consigo parar de me perguntar o que o Marc quis dizer, e acho que esse é o grande mérito do livro: encher-te de perguntas que você não sabe como responder, mas que você não para de tentar.

23 abril 2016

Tudo em família | Os Spier


Hey pessoal! Tudo bem?
Como já devem ter percebido a essa altura, estou obcecada com Simon vs a agenda Homo Sapiens. Não consigo parar de voltar ao livro pra ler meus trechos favoritos e ficar remoendo a história em minha cabeça. O livro é tão gostoso de ler, tão divertido e com personagens tão cativantes que ainda não consegui o deixar completamente de lado. Por isso, vocês verão ao menos mais um post sobre ele por aqui, quem sabe assim consigo convencê-los a ler o livro, hahaha.

No post de hoje, falarei um pouco sobre a família de Simon, que de certa maneira acabou me lembrando minha própria família e deixou a história um tanto mais aconchegante e com aquele sentimento de familiaridade tão bom.

21 abril 2016

Sobre a Escrita - Stephen King

Diga-me, qual leitor ainda não ouviu falar do mestre do terror, Stephen King? Mas, dessa vez não serão livros com coisas sobrenaturais, com psicopatas ou monstros. Se você ainda não deu chance para o Sr. King por não gostar muito de livros de terror, ou porque ainda não teve vontade, venha comigo, pois vou te apresentar um livro incrível.

“Sobre a Escrita” foi lançado em 2015 aqui no Brasil pela Suma de Letras. Nele, Stephen King vai contar um pouco sobre a sua trajetória como autor e nos dar alguns ensinamentos e dicas que só uma pessoa que tem tamanha experiência poderia transmitir.

Na primeira parte do livro, intitulada de “Currículo”, visitamos a infância de Stephen e vemos como a arte de escrever já estava presente desde criança. Vemos também algumas histórias dele, já adolescente, e também adulto, na universidade.

20 abril 2016

Dicas de filmes para assistir no feriado.


AlôuAlôu, quem aí está animadíssime para o feriado? A partir de amanhã é o momento de colocar os trabalhos da escola/faculdade em dia, faxinar a casa, lavar as roupas acumuladas, limpar a estante, ler aquele livro que nunca dá tempo, e principalmente, tirar um momento para ficar de pernas para o ar curtindo um descanso merecido.

Eu adoro assistir a filmes, apesar de não fazer isso com a frequência que eu gostaria, então para esse feriado vou separar algumas horas por dia para curtir produções cujo roteiro foi inspirado em um livro. A lista vai de drama a comédia, passando por clássicos e fantasia. Espero que algum deles também seja a sua escolha para relaxar no seu momento de folga :D