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    Jogo Perigoso


    Uma palavra para resumir esse filme: aflição. Jogo perigoso estreou agora, no final de setembro e já tem uma aprovação muito grande pelos assinantes da Netflix, produtora e distribuidora dessa adaptação. Depois de It - A coisa, o filme não é nada mais nada menos baseado também em um livro do mestre do terror, Stepehn King, e foi publicado pela primeira vez em 1992 e em 2000 aqui no Brasil.

    Confesso, que apesar de fã do autor, não li o livro. E como me surpreendi, apesar de ser muito caricato esse tipo de história vindo dele. Com um elenco de Bruce Greenwood e Carla Gugino nos papéis de Gerald e Jessie, a premissa da trama é bem simples, no entanto, muito instigante e intrigante. Os dois personagens formam um casal que, na tentativa de dar uma ânimo ao casamento, decidem passar um fim de semana numa casa isolada para esquentar o clima sexual dos dois. Quando, depois de algemada na cama, Jessie vê o marido ter um infarto e falecer ainda amarrada. Assim começa sua tentativa de sobreviver em meio à loucura e tensão provocada por sua mente, que a leva a enfrentar seus piores medos e segredos.


    Fiquei boquiaberta o tempo inteiro, principalmente pelos diálogos imaginários que ela tem com o marido morto e com uma projeção mais segura de si mesma que a incetiva a lutar para sair dali. O diretor, Mike Flanagan, nos envolve no passado cruel de Jessie, para entendermos suas circunstâncias atuais e o real status de seu casamento. Temas são abordados como abuso, pedofilia, e necrofilia, claro, de uma forma nada sutil. 

    Além das atuações memoráveis, um grande ponto positivo desse suspense é a fotografia. Com tons multicoloridos e que mudam o clima entre o passado e o presente, entendemos ao decorrer que a personagem sempre esteve presa ao passado e as coisas que lhe aconteceram. As algemas se tornam superficiais perto do que ela guarda dentro de si. Uma boa peculiaridade do mestre, King usa e abusa de metáforas e da loucura do ser humano, o famoso terror psicológico.

    Apesar disso, é importante ressaltar alguns defeitos do longa. O final acaba sendo corrido demais, e sem sentido. Poderia ser mais trabalhado se alguns nuances tivessem sidos acrescentados à história desde o início, onde sua construção é primordial e bem elaborada, como os temas sobrenaturais, por exemplo. Há algumas pequenas referências que os fãs do autor irão capitar de imediato, estabelecendo linhas paralelas à suas outras obras. Ainda sim, a praticidade em contar uma boa história com pouquíssimos personagens dão um certo brilho ao filme.


    Com um final um pouco mais trabalhado, julgaria um dos mais grandes acertos da Netflix e em adaptações do King, que definitivamente teve 2017 marcado como seu ano. Pensando nisso, gostaria até, como fã, de preparar uma semana especial dedicada ao autor, em breve aqui no blog. O que acham? Deixem o feedback de vocês.

    Jogo Perigoso, é sim um bom filme para quem quiser entender as suas camadas. Lerei o livro em breve para tirar minhas próprias conclusões sobre o quão profunda pode ser essa história.




    Texto por: Ingrid


    Confira o trailer legendado:

    Big Mouth - A nova animação da Netflix


    Recentemente, fiz uma matéria sobre a incrível série animada de Rick and Morty, e a Netflix, deveras maravilhosa, fez uma animação totalmente original para seu catálogo, que estreou agora em setembro de 2017, Big Mouth.

    Criada por Nick KrollAndrew Goldberg (Family Guy)Mark Levin e Jennifer Flackett, a história é sobre um grupo de pré adolescentes em seu oitavo ano escolar, no início da puberdade. O enredo tinha de tudo para parecer um clichê de filmes americanos, mas não. Totalmente discrepante, e com um humor absurdo, nos divertimos com as descobertas dos personagens sobre o primeiro beijo, primeiro porre, raiva excessiva, primeira menstruação, descoberta do corpo e de sua própria sexualidade, pais inconiventes, entre outros. Afinal, todos nós passamos ou ainda passaremos (dependendo da sua idade) por essa fase.

    Encerramento da Semana Green e novo livro


    Encerremos a Semana Green com clima de pré estreia. Tartarugas Até Lá Embaixo, o novo livro do autor chega amanhã nas livrarias, queríamos deixar uma pequena nota sobre nossas expectativas depois de 6 anos sem nenhum lançamento de John.

    Sinopse: 

    Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.

    A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).


    - Skoob

    A Culpa é das Estrelas e seus trechos marcantes


    Quem nunca ouviu falar de A Culpa é das Estrelas que atire a primeira pedra! ACEDE é com certeza o livro mais famoso do Green, quando estourou aqui no Brasil era quase impossível sair pela cidade sem ver alguém, seja no ônibus, seja no banco da praça, lendo o romance. Mais tarde a história foi parar nas telonas e a hype não foi pouca, as redes sociais estavam repletas de espectadores emocionados com a trama.

    E não é à toa, A Culpa é das Estrelas traz uma história delicada, emocionante, divertida e com frases que nos marcam por muito tempo.

    Nesse post decidi listar as frases que até hoje, depois de muitos anos desde a última leitura.

    Então bora lá!

    O Teorema Katherine - Semana John Green

    Do lixo ao luxo, se Quem é  Você, Alasca? é o melhor livro de John Green, O Teorma Katherine consegue ser o pior. Calma, calma. Talvez não seja tão ruim assim.
    Nessa semana especial dedicada ao autor, tiver que "reler" essa maravilha. As aspas porque achei o livro tão ruim da primeira vez, mas tão ruim, que não cheguei a terminar (queria ressaltar que você não precisa perder tempo lendo ou assistindo algo que ao seu ver não tem qualidade, esse tempo poderia ser utilizado com algo muito melhor e mais útil). Então dessa vez, com mais paciência e observação, consegui enxergar alguns pontos positivos de O Teorema. É, eles existem.


    O protagonista, Colin, é um menino prodígio que previsivelmente teve 19 namoradas chamadas Katherine. E não, não são Katies, nem Kats, nem Kitties, nem Cathys, nem Rynns, nem Trinas, nem Kays, nem Kates, nem - Deus o livre - Catherines. É K-A-T-H-E-R-I-N-E. O rapaz é criativo. E após levar um tremendo fora da décima nona, Colin fica com seu coração partido e convencido de que pode estabelecer através de fórmulas e gráficos matemáticos a probabilidade de um casal dar certo ou não, para quem sabe assim ele reconquiste a última das Katherine. Seu amigo rechonchudo e árabe Hassam, na tentativa de fazer o prodígio se sentir melhor, o leva pra uma viagem de carro sem um destino certo, que por acaso acaba tendo um. E é nessa viagem que Colin e Hassam conhecem novas pessoas, outros personagens que vão preencher as camadas dessa história, tais como Lindsay, uma caipira adolescente e Hollis, sua mãe.