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    Diversos - Mito da Caverna

    Essa semana, durante a aula de filosofia, escutei algo que me fez pensar e achei que seria válido dividir com vocês: o Mito da Caverna (escrito por Platão). 


    'Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
    Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Pelas paredes da caverna também ecoam os sons que vêm de fora, de modo que os prisioneiros, associando-os, com certa razão, às sombras, pensam ser eles as falas das mesmas. Desse modo, os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
    Imagine que um dos prisioneiros consiga se libertar e, aos poucos, vá se movendo e avance na direção do muro e o escale, enfrentando com dificuldade os obstáculos que encontre e saia da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
    Caso ele decida voltar à caverna para revelar aos seus antigos companheiros a situação extremamente enganosa em que se encontram, correrá, segundo Platão, sérios riscos - desde o simples ser ignorado até, caso consigam, ser agarrado e morto por eles, que o tomaram por louco e inventor de mentiras.'
    Fonte: 
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna

    Uma vez fora da caverna é impossível retornar e pensar da mesma maneira. Sua concepção de mundo muda. Acho que eu saí da caverna! 


    Chegou,
    despertou desejos e sonhos
    acendeu, questionou, indagou.
    A certeza cedeu lugar ao conformismo,
    o cheio tornou-se metade
    de um todo que não pode-se preencher, completar.
    Não mais.
    O céu de estrelas tomou outro significado.
    O sangue na taça, o livro não lido
    A música que toca, canta e conta.
    Uma palavra, uma conversa.
    Um gato no telhando em uma noite fria,
    espiando, espreitando, absorvendo.
    Uma flor que nasce, uma esperança
    que morre.
    Chegou e partiu. 


    [B.G Lopes]

    4 Comentários :

    1. Ei Gabi...

      Menina vc me fez lembrar do meu professor de Filosofia agora rsrs ele tbem nos presenteou com esse texto numa das aulas dele.

      E sabe de uma coisa? Sempre me senti assim em relaçao aos livros e as pessoas. É impressicionante o poder que eles tem de nos transformam: nunca somos os mesmo depois deles!

      Obrigada por partilhar o texto com a gente, beijos querida e super domingo :)

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    2. Poxa que legal!
      um ótimo texto para refletir, será que voltaríamos pra revelar o descoberto ou desfrutaríamos dele deixando para trás os outros?!

      Essa é uma visão interessante de quando descobrimos alguma coisa por vermos com nossos próprios olhos, apesar de desconfiar só acreditamos vendo, ai é como se um mundo se abrisse aos nossos olhos e pensamos... Como fui tão cego!!!

      Me levou à reflexão com certeza!

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    3. Eu amo esse mito da caverna. Minha professora de filosofia toda hora dá exemplos com ele. É muito reflexivo, e é exatamente assim, quando saímos da caverna é impossível retornar e pensar como antes.

      Muito bom!

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    4. Eu me lembro também de já ter lido alguma coisa sobre o Mito da Caverna. E isso acontece na vida, quando descobrimos algo novo, seja o que for, sempre há alguma mudança, isso é inevitável, gostei muito de relembrar! Bjo!

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