Já que as leitoras gostam muito de clássicos vou postar mais um. Só que este é especial, porque por incrível que parece eu li em 12 horas em e-book cerca de 100 páginas que correspondem a 300 do livro em papel. Não é qualquer clássico que deixa o leitor alucinado, não! Só Júlio Verner consegue, não é a toa que o autor já publicou diversos livros que virou filme e é lembrado por educadores e leitores até hoje. Só tem um probleminha a primeira vez que tive contato com esse livro foi na 7ª série do ensino fundamental para uma aula de geografia. Fui forçada a ler, mas não li (li o resumo hahaha) e ainda tomei trauma desse autor, mas graças ao clube do livro que participo tive a oportunidade  de ler e me apaixonar por este universo de aventura.


Sinopse:
Em 1872, vivia em Londres um homem misterioso chamado Phileas Fogg. Com a exatidão de um cronômetro, chegava todas as manhãs ao Reform Club, de onde só retornava a casa para dormir, precisamente à meia-noite. No dia em que admitiu Passepartout como seu criado, o metódico cavalheiro fez uma aposta com os outros sócios do clube, arriscando metade de sua fortuna. A outra parte gastaria para ganhá-la. Esta inesperada decisão de Fogg vai levar os dois a viverem uma ousada aventura.



Os nomes dos personagens são cheios de significados implícitos e explícitos também, com isso podemos sentir ,já no início, a riqueza de detalhes e informações que vamos obtendo ao longo da leitura. Os lugares por onde o Mrs. Fogg passa são retratados de uma forma tão precisa que ninguém acredita que o autor nunca saiu da França (local onde nasceu). Sério! Como Júlio Verne conseguiu, falar da Índia, de Hong Kong, da Inglaterra e dos Estados Unidos sem sair do seu país em pleno século XIX, que nem existia televisão e rádio. Era só jornal e ainda assim demoravam meses para se ter notícias atualizadas.


A aventura e a aposta de viajar o mundo em 80 dias nos deixa intrigado e curioso para saber se tudo vai dar certo, ainda mais quando Mrs. Fogg tem plena convicção que vai conseguir, mesmo com tantos obstáculos que vão surgindo pelo caminho. Lendo assim, vocês podem ter a impressão de que o personagem é todo animado e só tem pensamentos positivos, mas é exatamente ao contrário. Ele é frio, calculista, disciplinado (leia-se não faz nada fora do horário), organizado e centrado em si mesmo. Agora, imaginem um homem deste jeito, trocar sua vida sossegada por uma viagem em 80 dias num mundo recentemente explorado e sem tecnologia.... Parece impossível mesmo. E é por isso que ficamos fissurados na leitura, arrancando os cabelos com os imprevistos e torcendo muito para que ele consiga chegar a tempo.


Muitas vezes ao longo da viagem, quando seu criado Passepartout se apavorava com o tempo perdido ou com algum obstáculo, Mrs. Fogg sempre mantinha a calma de um cavalheiro. Conseguia dormir, comer, jogar Wish* e ainda participar de aventuras radicais sem mudar a expressão de serenidade.

Cheguei a pensar que eles iriam atravessar o oceano de balão só para chegar a tempo e no final nos deparamos com uma surpresa inesperada e sensacional! Recomendo a leitura imediata.


A linguagem é tranqüila, tirando as coordenadas ( longitude e latitude) que eu não entendo muito bem, a história é envolvente e os personagens diferentes.

* Este é um jogo de tradição inglesa, mas não sei se escrevi corretamente.






América do Norte, 1894

Um casamento encenado...

Cassie Phillips é uma moça ingênua que, após a morte da mãe foi obrigada a fugir do padastro Remus Chandller, um homem agressivo que abusava constantemente da bebida. Com a doença da mãe de Cassie, Remus começou a olhar a menina com outras intenções e assim que teve oportunidade tentou aproveitar-se da moça que não teve outra saída a não ser cravar-lhe uma faca nas costas. 

Após receber uma carta que comunicava a doença de seu pai, Will Toliver está voltando para casa. Sua vida de solidão estaria acabada. Ele voltaria e cuidaria do rancho e do pai adoentado... e de Cassie.

Ao esbarrar com a pobre moça suja, descalça e com os pés sangrando, e ouvir o que se passou na vida da jovem, Will a coloca sob sua proteção, e eles assumem um casamento de fachada até que a moça esteja em segurança.

Mas Cassie não poderia contar toda a verdade, afinal, ela tinha praticado um ato terrível e isso poderia espantar Will.

* Estava com saudade de postar uma resenha de banca por aqui e, esses dias, com a cirurgia na boca não consegui ler muito e nem atualizar o blog =/ Acabei pegando 'A Fugitiva' por ser fininho e não me exigir muito.

O livro é bom, mas tem um enorme defeito. Cada travessão de diálogo leva o nome de alguém. Odeiooo, quando isso acontece. 

- Cassie, bom dia...
- Bom dia Will
- Vá se vestir Cassie
- Sim Will

Isso se repete durante todo o livro, o que me deixou extremamente cansada...





Fazendo a moda de uma das tags mais famosas do twitter #vouconfessarque estou apaixonada pelo livro Um gosto de vida, Susan Mallery. Que romance bom! Olha que eu só li o primeiro capítulo e fiquei encantada com a trama e o jeito da escritora levar a história com cenas bem visuais e personagens intrigantes.





Fazia tempo que não gostava logo de cara de um livro só lendo o primeiro capítulo, porque vocês sabem que o começo é ,na maioria das vezes, chato. O autor descreve o ambiente, os personagens e aquele blá,blá,blá todo, mas Susan Mallery nos presenteia com um bomba romântica logo nas primeiras linhas e nos deixa morta de curiosidade de saber o que aconteceu entre as irmãs.

É tão bom quando nos identificamos com a personagem principal e damos risadas de suas trapalhadas. Cassie Keys ,pelo visto, é atolada com carros assim como eu. Detesta dirigir e soa frio toda vez que um carro está em seu caminho, isso sem falar nos seus percalços com o GPS.


Não conhecia a escritora e achava cafona esses livros com capa tipo banca, mas depois que li o primeiro capítulo mudei todos os meus conceitos, arranquei meus preconceitos e recomendo a todos a leitura. Digo mais, eu faço questão de ler este livro e resenhar aqui para vocês. Será minha primeira resenha neste estilo e espero botar para quebrar! Hahaha


Para quem é viciado em Norah Roberts pode pular de alegria porque Susan escreve tão bem quanto ela. Então não percam tempo.Corram para o site da editora Harlequin ou da Saraiva e façam suas compras, pois Um gosto de vida é imperdível!


Antes, leiam o primeiro capítulo na barra lateral aqui do blog e se deliciem com esse belo romance.Só não vale ficar desesperada para ler  o resto como eu estou neste exato momento.hahaha








Margo, Kate e Laura cresceram juntas em Templeton House e aprenderam a se amar como se fossem irmãs de verdade. Desde pequenas as três amigas partilham sonhos e aventuras, sentadas nos penhascos de Monterrey, sonhando em encontrar o tesouro de Seraphina. Uma lenda muito antiga, de 1846, de uma mulher que perdeu seu amor e não conseguiu enxergar mais sentido na vida.

Laura Templeton sempre foi uma menina doce e pacata, Kate a organizada e prática e a nossa protagonista da vez, Margo, sempre foi linda, teimosa, ambiciosa, sonhadora e egoísta. Margo não estava satisfeita em ser apenas a filha da governanta de Templeton House. Ela queria mais, queria brilhar, ser famosa. E, obstinada como só ela, fugiu para Hollywood em busca do estrelato.

Dez anos se passaram e agora Margo encontra-se em sérios apuros. Envolvida em um escândalo que culminou no fim de sua carreira como modelo na Europa, ela retorna a Templeton House totalmente desmoralizada, magoada e cheia de dívidas.  

Alvo de muitas críticas da imprensa e motivo de piada na sociedade, Margo finalmente está em casa e protegida, recebendo o carinho de sua família do coração e, decidida a deixar sua antiga e desregrada vida para trás, ela conta com a ajuda de Laura, Kate e Josh Templeton (irmão mais velho de Laura), ela resolve dar a volta por cima e recomeçar!

Mas ela não esperava que sua maior aventura estaria apenas começando. 

* Mais um livro maravilhoso da *DIVA* Nora Roberts! 

Já disse que amei o livro? Amei, amei, ameeei! Sofri com as confusões em que Margo se meteu, ri, fiquei com inveja as mãos suando nas cenas entre Margo e TudoDeBomEMaisUmPouco Josh Templeton...

Estou ansiosa para ler os outros livros da série, mas tenho tantos livros na frente... Pensando seriamente em pular alguns !


Trilogia do Sonho
1. Daring to Dream (1996) - Um Sonho de Amor
2. Holding the Dream (1996) - Um Sonho de Vida
3. Finding the Dream (1997) - Um Sonho de Esperança





Os leitores devem estar pensando: “Ai, mais um livro clássico nesse blog. Será que essas garotas não têm um romance ou um suspense atual para resenhar, não?” Prometo que minha cota de clássicos este mês acabou, mas é que quando encontramos um livro diferente temos que devorá-lo e extrair tudo que podemos aproveitar da história.
Confesso que não conhecia o autor alemão J.W.Goethe, mas me surpreendi com sua forma de narrar a história através de cartas a amigos. No início da leitura pensei que o jovem Werther estava escrevendo em um diário, mas logo percebi que havia outra pessoa recebendo as cartas e as respondendo. De fato é uma história interessante e um tanto quanto melancólica por retratar um amor platônico impossível (na cabeça do personagem) de acontecer.

Sinopse:
O jovem Werther apaixona-se por Lotte. Embora noiva de Albert, Lotte aceita a corte de Werther. Ao conhecer o noivo, Werther se afasta, indo trabalhar num ministério, mas acaba pedindo demissão e volta a viver perto de Lotte, que a esta altura já casara com Albert. Desconfiado de que o amor de Albert por Lotte não é profundo, Werther acaba se desentendendo com ele.

Mulher sofrer por amor sempre foi mais comum na história da humanidade do que o contrário, então ver Wether sofrendo calado por Charlotte, filha do magistrado, dá certa agonia e vontade de entrar no livro só para dar umas sacudidas  no jovem. Mesmo com essa inversão de valores o que mais encanta na história é a inteligência e a perspicácia do personagem principal para com a sociedade. Suas teorias sobre o amor ser uma doença muito séria que deveria ser tratada como uma enfermidade fatal e não como algo passageiro  nos deixa uma  pulga atrás da orelha : E se déssemos mais importância a quem sofre tanto por amor?
Assim como o personagem principal existem muitos homens ,hoje, desenvolvendo certa sensibilidade e amabilidade diferente da que esperamos deles. Por isso não achei tão estranho nem confuso quando li os conflitos amorosos de Werther e me encantei com suas lágrimas várias vezes derramadas por ouvir uma boa música, por ver uma linda paisagem e sua gentileza para com as pessoas de seu circulo social.

Citando sociedade, nota-se através de suas ações, que Werther não se sente bem convivendo na alta aristocracia e nem na burguesia. O jeito como os mais ricos consideram os demais impuros e anormais irrita o jovem que não consegue viver em outro ambiente a não ser perto de sua amada, a única que parece entender o rapaz.
 Existe também certa arrogância do personagem em algumas partes da história, mas sua inteligência e emotividade caminham tão juntas que é impossível não adquirir um carinho especial pelo jovem. Muitos leitores se indentificam com o sofrimento, mas eu gostei tanto de suas tiradas que guardei todas em um caderninho rs
Outra questão muito boa foi o mau humor que naquela época era considerado um estado quase enfermo. Se o homem estava neste estado o melhor era deixá-lo repousar em paz. Em resposta a essa afirmação Werther nos deu de presente uma belíssima explicação:


Ora, nada me irrita mais do que ver homens se atormentando uns aos outros, sobretudo quando são jovens na flor da idade que, em vez de se entregar a todas as alegrias, estragam, com tolices, esses poucos dias bonitos, e só demasiado tarde percebem o irreparável desperdício.


Acho que não preciso dizer mais nada, né! Quantas vezes não nos deparamos com pessoas que se lamentam o tempo todo e sempre estão de mau humor. Pois bem, Werther deu uma solução. Apesar de sinceramente não poder ser exemplo para ninguém o personagem tem sacadas fantásticas que fazem o livro ser tão valioso e clássico.
A linguagem é fácil e às vezes até bucólica demais, porém eu recomendo a leitura tanto para quem quer conhecer o modo narrativo de um diário quanto para quem deseja conhecer melhor os homens, porque de uma forma ou de outra você aprende com o sofrimento e passa a ver o Homem como um ser humano, que chora,sorri,degusta uma boa música e tem sensibilidade.
Só para terminar dizem que este livro inspirou milhares de alemães a cometer um ato chave para a trama e com isso marcou o início do romantismo no país.





Oi, gente,



 
Como temos muitos leitores novos por aqui vou me apresentar e mostrar à vocês mais uma novidade no mundo literário virtual. Bom, eu sou escritora ( 1º livro - Garota apaixonada em apuros) e faço parte do grupo de escritores Selo Brasileiro. O grupo está crescendo muito rápido devido ao nosso esforço de incentivar e divulgar literatura no Brasil. O nosso objetivo é viajar por todo país  fazendo eventos em  livrarias, sescs, praças, bibliotecas, enfim em qualquer lugar agradável e com muitos leitores. Só que para isso precisamos gastar um dinheiro grande com passagens de avião que são o olho da cara, portanto inaguramos uma livraria virtual para vender nossos livros e livros antigos que estão novos, mas desejamos passar adiante.

O projeto do selo brasileiro é bem bacana, alguns leitores do blog já conhecem e sabem das dificuldades de começar a carreira de escritor no Brasil. Então, espero que gostem da novidade e sempre que precisarem presentear alguém, ou diversificar um pouco a leitura pensem nos autores do selo e conheçam os nossos livros. Já postei algumas resenhas dos livros do selo brasileiro que li, então quem quiser dar uma olhadinha é só pesquisar.

Pensem assim: " O novo é sempre diferente, mas você só vai saber se é bom se experimentar. Vai que você gosta.."




A Loja tem ainda uma parte de promoções exclusivas e um Sebo com vários livros semi-novos a preços incríveis!!
 Curta as Promoção de Férias:

Chantilly + Garota Apaixonada em Apurus por R$35,90   
DRACO SAGA: O Despertar (Vol. I) + Estigmas da Luz por: R$ 39,90
Apatrida + O Arquiteto do Esquecimento por: R$ 44,90

Doença e Cura + Lázarus por: R$ 49,90

E ainda:

Livros Classicos de Vestibular:A Moreninha, A Mão e a Luva, entre outros, a partir de  R$ 4,90
O Segredo Por: R$ 9,90
Anjos e demônios  só R$ 15,90
Eclipse, Lua Nova, Amanhecer ou A breve segunda vida de Bree Tanner por apenas R$ 11,90  

São centenas de ofertas e todas já estão com Frete Incluso!!










Oi pessoal, 

passando rapidinho para avisar que saiu mais um resultado de promoção!


Quem levou pra casa o kit UM AMOR PARA RECORDAR, da editora Novo Conceito foi:





Aguardo sua resposta ao email que enviaremos com os dados para a postagem do kit!




Oi gente,
Hoje vou postar uma resenha feita por uma grande amiga minha Roberta Gavazonni que é fã deste livro há muitos anos e  o considera seu aumuleto do amor. Espero que gostem...
Mais do que uma história, O Morro dos Ventos Uivantes é uma trama; uma maneira sublime de se constatar a realidade inglesa do século XIX aliada a uma realidade que mudaria para sempre. O cenário político por detrás desses Morros foi a ascensão feminina ao poder, razão pela qual temos uma Catherine Earnshaw tão geniosa, tão intensa, tão dramática, tendo que escolher entre seu verdadeiro amor e o poder. A corrupção, inerente a este romance gótico, permeia cada ação, cada sobrancelha de Heathcliff, seus olhares malévolos, sua sujeira não nos deixando esquecer de suas raízes. 

Esse livro - tão lido e debatido entre todos - foi publicado, a bem da verdade, sob o pseudônimo dos irmãos Bell, pois, assim como Emily Brontë, suas irmãs Charlotte e Anne também escreviam, razão pela qual adotar esse pseudônimo eram esplendoroso e, em certa medida, cruel. As três irmãs têm traços diferentes, mas sempre mirabolantes. E Emily é a única que tem um jogo revigorante de desejos e palavras, sempre deixando a cargo de seu leitor a complexidade por detrás de cada doença, de cada beijo. Seus pensamentos involuntários, as intervenções de Nelly e do Sr. Lockwood, tudo perfeito, sempre perfeito...

Putativamente, de início, podemos pensar que a srta. Cathy é a personagem principal, mas o ciclo dos Morros começa com a chegada de Heathcliff de Liverpool, sob a proteção de seu anfitrião, o Sr. Earnshaw. Em pouco tempo, com seu jeito sombrio, torna-se o preferido filho do Sr. Earnshaw, até a sua morte. Amedrontado pelas possíveis conseqüências disso, com a morte do adotante e com a tomada do poder de seu filho mais velho, Hindley obriga Heathcliff a pertencer à família como tão-somente um criado. Pertencer, nesse caso, é a melhor palavra, já que traz a idéia de pertence, coisa.

Hindley o maltrata, o culpa por tudo. E, curiosamente, ao fim, é a ele que pede ajuda. Os Morros são cíclicos, são um jogo de poder e de palavras; são, sincera e honestamente, uma realidade à qual estamos acostumados, mas que nem sempre nos damos conta.

O amor entre Cathy e Heathcliff é desmedido, é irreal, é absolutamente transcendental, capaz de superar qualquer barreira. A não ser a dela própria e seus desejos unilaterais. Os olhos enchem-se de lágrimas ao imaginar o que poderia ter sido desse rapaz, pervertido em sua moral, mas íntegro em seu amor. Do início ao fim. Tanto que finalmente quando Cathy decide se casar com Linton e com ele ter uma filha que seria a ruína de sua própria vida, Heathcliff sabe que não poderá mais viver sem sua alma, senão tão-somente sobreviver aguardando pela volta de Cathy. Sente-se ele, em parte, responsável pela viagem da amada a um reino alheio à Terra e, por anos, ele quer encontrá-la. Leva todos os parentes de sua pequena princesa à plena falência, colocando todos os bens dos Morros e os da Granja em seu nome, mas os prazeres econômicos jamais lhe trariam a sua amada de volta. Tentou viver em seu filho, que se casa, posteriormente, à filha de Catherine e Linton, o amor impossível que desejou ter havido em sua juventude. Ele se tortura, se culpa, se martiriza, mas não deixa de ter sentimentos pela menina, que, segundo suas ações denotam, seriam a amada voltando para atormentá-lo, assim como ele pediu.

O romance é extremamente gótico e sombrio, inclusive por conciliar a figura dos espíritos que supostamente vagueiam pela Terra. É um contraponto importante com a Igreja, temida e idolatra por suas páginas.

"Tão intenso era o gênio de Emily Brontë que os nomes Catherine e Heathcliff passaram a significar amor intenso e demente - e a obsessão feroz do casal permanece uma das mais perturbadoras e estimulantes da literatura"[1].

A história congrega toda a vida de Heathcliff, seus sofrimentos, seus medos, suas paixões. Por isso, torna-se imprescindível a citação desses trechos:

"'Seja qual for a matéria de que é feita nossas almas, a minha e a sua são a mesma'", declara Catherine."  e "'Fique sempre comigo - tome qualquer forma - enlouqueça-me! Só não me deixe nesse abismo, onde não posso encontrá-la!'", exclama Heathcliff. 'Ah, Deus! É intolerável! Não posso viver sem a minha vida! Não posso viver sem a minha alma!'".

E é esse fogo corrompido, essa inquietude que transborda da intensidade com qual esse casal é narrado que nos faz ter a sensação da nossa pele em chamas, o coração às migalhas. E, claramente, parece que nada mais faz sentido quando ela se vai. Como se, de fato, algo tivesse ido com ela: ele mesmo.

Cathy e Heathcliff são o protótipo dos anti-heróis, isso é indubitável. Isso é sensível. Mas são anti-heróis que escondemos na nossa própria alma; pois, apesar de terrivelmente inverossímil a princípio, estamos sempre forçados a escolher entre o que devemos e o que queremos...

O Morro dos Ventos Uivantes, portanto, torna-se absolutamente imprescindível na sua lista de must-read. Além de clássico, ele é sublime, transcendental, pois congrega elementos de todas as ordens. Não tem como não se apaixonar, chorar e ter raiva - tudo ao mesmo tempo - por Heathcliff. É uma opção difícil: a certeza de uma vida confortável e agradável e as nuances de um amor aflitivo, que consome cada uma das suas partículas...



[1] HARRIS, M. O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë, in 50 clássicos que não podem faltar na sua biblioteca. 2. ed. Ed. Verus: São Paulo, p. 74.


Hoje vou começar falando da capa que foi o que mais me chamou atenção. Reparem no olhar penetrante azul que não acaba mais da moçinha da capa. Totalmente misterioso e intrigante! Raptei o livro da casa da Babi antes que ela devorasse e me apaixonei. Primeiro porque o tema é diferente dos que tenho lido por ai, aliás, acho que nunca li livros sobre ladrões. Suspense tipo CSI ,tudo bem, agora ladrão, adolescente, de elite e ainda por cima com uma conta bancária gigantesca isso não.
Antes de continuar a resenha devo destacar que a editora Arqueiro está vindo com tudo pro mercado editoral,hein! Que cuidado na diagramação! Vocês precisam ver os mapas em cada troca de tempo, a letra e o cheiro. Sério, eu cheiro livros e até o cheiro desse livro me encantou. Tá tô parecendo uma doida de pedra, mas vai dizer que vocês não pegam livros quando estão na livraria e cheiram. Hahaha Eu só não como porque tem gosto ruim!
Brincadeiras à parte, Katarina Bishop me conquistou e seu jeito de lidar com as coisas também. Teve uma hora em que fiquei apreensiva quando senti rolar algo entre ela e W.W HALE V e já pensei que seria mais uma chatice de romance lenga-lenga eu sou virgem para sempre. Só que o foco do livro são a espionagem e os roubos, sendo assim o romance fica para segundo plano esperando a continuação. Aliás, os detalhes dos locais por onde ela viaja, dos personagens e dos roubos também são muito interessantes e fazem o livro ser fantástico.
Ah, comentário básico. A Disney já comprou os direitos de filmagem deste filme então veremos filme do livro, o qual espero que seja muito bom e que os roteiristas não estraguem tudo. Se bem que o livro é muito visual então acho difícil mudarem muita coisa. Parece que a autora escreveu para o cinema, pois eu vi a personagem em ação, eu perdi a respiração em algumas horas e adorei a leitura.
Sinopse:
Quando tinha 5 anos, Katarina Bishop distraiu os guardas da Torre de Londres para que o pai pudesse roubá-la. Aos 7, ela ouviu o tio Eddie planejar a interceptação de 80% do caviar do planeta. Quando fez 15 anos, Katarina armou um golpe por conta própria - um esquema para entrar no melhor colégio interno dos Estados Unidos e deixar para trás os negócios da família. Só que trocar de ramo e ter uma vida normal acabou sendo mais difícil do que Kat esperava. Hale, seu amigo charmoso, bilionário e antigo comparsa, logo aparece para levá-la de volta à realidade da qual ela havia se esforçado tanto para fugir. Mas é por um bom motivo: uma inestimável coleção de arte de um temido mafioso foi roubada e ele quer recuperá-la, custe o que custar. Somente um mestre do crime poderia ter realizado essa proeza e o pai de Kat é o único suspeito, embora insista em negar qualquer envolvimento. Encurralado entre a Interpol e um inimigo assustador, ele precisa da ajuda da filha. Para Kat, só existe uma saída: encontrar os quadros e roubá-los de volta. Não importa se parece impossível, se ela não tem pistas do ladrão e se o prazo é de apenas duas semanas. Com uma equipe de adolescentes talentosos e uma mãozinha da sorte, Kat está determinada a realizar o maior golpe da história da família e provar que jamais a abandonou.
Olha que maravilha não chorei, não fiquei com medo dos vampiros e não morri de raiva da virgem santa. Quer coisa melhor?
O livro é uma ótima opção para quem está cansado dos fantásticos e dos chick lits do mercado. A escrita é diferente e pode parecer estranha no começo, mas vale a pena porque é um livro bem feito.

O segundo livro da série está previsto para ser lançado este mês no EUA. Vamos torcer para chegar logo ao Brasil. Enquanto isso fiquem com outra capa de olhar penetrante rs








Lucy Jarret é uma jovem que, após a trágica morte de seu pai, resolveu fazer faculdade longe de casa e trabalhar viajando para países diferentes. Em uma dessas viagens conhece Yoshi, por quem descobre ter muitas afinidades. Os dois acabam namorando e mudando-se para o Japão, onde ela enfrenta muitas dificuldades para se estabelecer profissionalmente.  

Entre um tremor de terra e outro, Lucy recebe a notícia que sua mãe sofreu um acidente de carro e incentivada por Yoshi, decide que está na hora de voltar para casa e fazer uma visita. 

Desde a morte do pai, Lucy fizera questão de manter-se o mais distante possível daquela casa, das lembranças e da enorme culpa que carregava. Voltar para Lago dos Sonhos seria como reviver todos aqueles momentos. No entanto quando retorna,  percebe que muita coisa havia mudado, especialmente, sua família.

É nesse cenário de nostalgia que Lucy encontra na velha cúpula cartas e documentos que pertenciam a uma antepassada nunca antes mencionada nas historias da família. Ela fica encantada e intrigada com a nova descoberta e faz de sua estada em Lago dos Sonhos uma verdadeira busca por segredos muito bem escondidos. Segredos que fariam toda diferença e mudariam a sua vida para sempre. 

* A história do livro é comovente e nos envolve de tal maneira que o leitor fica em constante tensão, esperando pela próxima descoberta de Lucy sobre o misterioso passado de sua família. 

A autora soube explorar muito bem fatos históricos (o que eu particularmente adoro!!!) com a realidade da personagem. Lago dos Sonhos passeia por vários momentos importantes da história, retrata uma sociedade antiga com muitos preconceitos de moças ingênuas e nos mostra grandes mudanças. 

Em uma palavra, o livro é encantador. A leitura no entanto, pode ser um pouco arrastada e cansativa para aqueles que não gostam muito de fatos históricos.  

Recomendo!!!





Já vou começar esta resenha dizendo que eu preciso de namorado para ser feliz sim! Ah, que coisa mais sem graça a autora colocar logo na capa que podemos viver sem um namorado. Claro que não podemos passar por cima dos nossos desejos e opiniões para agradar a pessoa amada, mas viver sem um carinho, sem um beijinho e sem... é muito chato! 

Brincadeiras a parte, o livro é EXCELENTE, porque preenche todos os meus requisitos para uma ótima leitura. Diagramação fofa e bem trabalhada, tema favorito, escrita bem feita e pesquisa elaborada. Tenho uma queda por livros que citam trecho de músicas, pois acho que fica mais completo e dou muito valor a histórias assim. Lonely Hearts Club é todo elaborado com músicas dos Beatles, já que os pais da personagem principal são fanáticos pela banda. 

O nome da personagem principal, Penny Lane, é o nome de uma música dos Beatles e não saiu da minha cabeça até agora. Olha que eu nem ouço os Beatles. É impressionante o poder de um livro no leitor. Parece que a história fica gravada na sua memória para sempre, mesmo que você esqueça tudo. Sempre terá um nome, uma sensação, uma palavra que te remeterá aquela história.

Sinopse:
Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena? 

A capa também foi muito bem feita, porque quando mostra a face da personagem às vezes criamos estereótipos, mas mostrar só as pernas das meninas em movimento dá um ar de mistério mesmo com as características de cada uma. A coisa que achei mais interessante e forte no livro foi a amizade entre as garotas. No começo pensei que fosse ser mais um besteirol americano de líder de torcidas, mas quando vi a própria líder de torcida se transformando em atleta achei tão diferente e do avesso que fiquei curiosa para ir até o final.

Normalmente, os filmes americanos criticam as lideres de torcida e os atletas musculosos que esnobam a nerd esquista. Neste livro a Nerd esquisita é linda, fica com garotos bonitos, mas se sente bem sendo diferente, com isso conquista várias amizades. É essa mistura de estereótipos que eu gosto. Recomendo a leitura!


You've Got Mail, 1998

Sinopse

Proprietária de uma pequena livraria, Kathleen (Meg Ryan) praticamente mora com seu noivo (Greg Kinnear), mas o "trai" através da internet com um desconhecido, pois todo dia ela manda pelo menos um e-mail para ele. Seu misterioso amigo (Tom Hanks) também faz o mesmo e passa pela mesma situação: é "infiel" com sua noiva (Parker Posey). De repente, a vida dela é abalada com a chegada de uma enorme livraria, que pode acabar com um negócio que é da sua família há 42 anos, e ela passa a não suportar um executivo que comanda esta mega-livraria, sem imaginar que é o mesmo homem com quem ela conversa pela internet. Após algum tempo, ele toma consciência da situação, mas teme se revelar e muito menos dizer que se sente atraído por ela.


Ok! Fiquei totalmente deprimida com o filme tosco que a Globo passou ontem em Tela Quente! (Alguém poderia me explicar pra que passar esses filmes que NIGUÉM quer assistir?)

Então resolvi " futucar" minha caixa de filmes antigos (em VHS, hehehe) e... voilá! Eis que encontro uma fita velhaaaa com a capa rasgadinha... 
Corri para o antigo vídeo cassete, (sim ainda tenho um que funcionaaa) e deitei enrolada no edredom para assistir Meg Ryan e Tom Hanks nessa deliciosa comédia romântica até quatro da manhã!

Para quem gosta de um filminho doce fica a dica! Vale a pena rever!

  



Caros leitores e amigos,

Os blogs Sonho de Reflexão, Nanie's World e Romances & Leituras se uniram para presentear seus queridos leitores com um sorteio triplo do kit “Anna e o Beijo Francês” em parceria com a editora Novo Conceito.



Início: 13/06/2011, às 10h.
Término:
15/07/2011, até às 23h59
- Hora de Brasília -
Resultado: 18/07/2011.

O sorteio será feito pelo site random.org, o resultado será divulgado nos blogs participantes do sorteio e o vencedor será avisado por e-mail.
Quer apaixonar-se por esse livro imperdível?

LEMBRE-SE QUE:

- As despesas de envio são por conta e responsabilidade de cada blog participante. Por isso, só aceitamos participantes residentes no Brasil ou que tenham algum endereço de entrega no país.

- Os ganhadores do sorteio terão 3 dias para responder ao e-mail que eu enviaremos, com os dados para entrega. Caso isso não ocorra, o sorteio será feito novamente.


- Se no final da promoção, o vencedor não tiver seguido todas as regras, será desclassificado e faremos um novo sorteio!

~ BOA SORTE A TODOS! ~

Oi gente,

A promoção foi um sucesso! Tivemos 224 inscrições e a vencedora foi:

Eliane de Oliveira Christo Pimentel


 
Parabéns Lia!

Vou te mandar email e aguardamos sua resposta dentro de 3 dias,ok?! Lembrando que o envio ficará por conta da autora que vai autografar um lindo exemplar com marcadores.

Esperamos que goste muito do livro e que todos continuem participando das promoções do blog. Quer ganhar Ana e o beijo francês? Participe da grande promoção....


Surpresaaaaaaaaa!



Meme Semanal postado pelas meninas do Murphy's Library!

Pergunta da semana

Vocês são egoístas com seus livros? Emprestam pra quem pedir? Não emprestam de jeito nenhum?

Gabi - Sou muito ciumenta e não gosto de emprestar meus livros para qualquer pessoa.  Empresto só para a Carol (na verdade trocamos livros, ela passa aqui com um saquinho p/ deixar e buscar e eu também quando vou na casa dela, hehehe) e uma amiga muito querida que compartilha meu vício e sei que é uma pessoa extremamente responsável e cuidadosa. Já tive experiências muito ruins... o livro volta amassado, rasgado, cheio de orelhas... Dá vontade de sentar no chão e chorar litros. 

Agora pasmem, a pessoa que não empresto de maneira alguma neeeeem uma revista é a minha mãe! Uma vez ela usou um de meus romances de banca para enfiar (literalmente enfiar) embaixo da porta da varanda para que ela não batesse com o vento. Fiquei tãaaao revoltada que não deixo que ela chegue perto da minha estante. 

Para muitos é só um livro, mas eu considero um investimento, um hobby e minha maior paixão! 

Obs. Se a Carol falar que é apegada é mentiraaaaa! Ela fez DOAÇÃO (e não foi pra mim, vontade de dar um soco) dos livros da MEG CABOT! *Chute na Carol* 





"Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs – ou qualquer nome que eles dão a estes – em cada esquina. E mímicos. Acomida é espontaneamente boa, as pessoas bebem muito vinho e fumam muito cigarros."



Anna Oliphant tem 17 anos e é filha de pais separados. Seu pai é um famoso escritor de livros de romance, os quais ela julga serem péssimos e dramáticos (personagens que sofrem com doenças incuráveis, se apaixonam e não terminam juntos). Mas parece que a maioria das pessoas não compartilha essa opinião, afinal, seu pai entrou para a lista de bestsellers e muitas de suas histórias viraram filme. 

(Qualquer semelhança não é mera coincidência, hehehe)

As diferenças com seu pai aumentam ainda mais quando ela é enviada para terminar o último ano escolar em um internato para jovens americanos na França. PARIS!!! Que garota não sonharia com isso? Anna! Não que ela tivesse intenção ser ingrata, afinal Paris é a Cidade Luz, mas ela gostaria ao menos de ter sido consultada sobre o assunto e não separada de seu irmãozinho Sean, de sua melhor amiga Bridge, de seu emprego no cinema e de Toph. 

Assim que os estudantes começam a chegar para o início das aulas na  School of America, Anna tem a sorte de conhecer Meredith, que a recebe muito bem e a apresenta a seu inseparável grupo de amigos: Josh, Rashimi e St. Clair. 

Étienne (St. Clair) é americano criado em Londres, lindo, educado e popular. Todos adoram St. Clair! Ele não poderia ser mais amigo, mais carismático, mais perfeito... E Anna não poderia ter ficado mais balançada com seu novo melhor amigo e protetor! St. Clair só tinha um defeito: sua namorada de um ano e meio: Ellie!

Os amigos passam por muitas aventuras em Paris! St. Clair apresenta a Cidade Luz à Anna e juntos eles descobrem que possuem muio em comum e que Paris realmente pode ser a cidade mais romântica do mundo!

* Eu simplesmente ADOOOOOREEEEI esse livro! 

Anna e o Beijo Francês é leve, inebriante e definitivamente apaixonante! São personagens típicos adolescentes, com ciúmes, inveja, fofocas... Sabe aqueles meninos que dizem coisas que não fizeram, meninas que disputam a atenção de um carinha popular e tudo-de-bom da escola... ?  Você vai encontrar tudo isso e muito mais!

Anna é uma menina sensível e cheia de dúvidas e que é obrigada a crescer a partir do momento que deixa Atlanta e vai viver longe da família em um outro país! Étienne é um rapaz sensivel e que vive sob o rígido comando do pai. É lindo ver a amizade e camaradagem entre os dois!

Não posso deixar de comentar que o livro é recheado de cenas engraçadas, como Anna e sua alimentação precária a base de pão e frutas, por pura insegurança de fazer um pedido em francês e as provocações e brincadeiras entre nosso casal preferido!

Mas, nem tudo são flores e apesar de ser um livro excelente, envolvente e muito bem escrito, a diagramação deixou a desejar. Os diálogos com as falas de diferentes personagens em uma mesma linha/parágrafo me deixou um pouco confusa e por diversas vezes não consegui identificar de imediato o 'dono da fala'.

Acho que esse é um único 'porém' do livro! É uma leitura excelente e vale a pena conferir! Daria uma ótima comédia romântica adolescente no melhor estilo 'Ela é demais', 'As dez coisas que odeio em você'...

Queria continuação!!!

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