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    Cidade dos Ossos - Cassandra Clare

    AVISO: fãs de séries de vampiros, lobisomens, bruxos e demais seres sobrenaturais, larguem tudo o que estão fazendo e corram para a livraria mais próxima. AGORA! Esqueçam absolutamente TUDO o que vocês já leram de sobrenatural. Em Instrumentos Mortais, Cassandra Clare nos apresenta a melhor série já escrita, depois de HP, por favor. 


    É fim de semana e Clary e seu melhor amigo, Simon, vão ao Pandemônio, a boate (sem restrição de idade) mais estranha de Nova York. A pista de dança estava cheia de adolescentes dançando em meio à fumaça multicolorida e gelo seco. Foi aí que Clary notou algo estranho, um menino de jaqueta vermelha e cabelo azul carregava uma lâmina nas mãos e agora estava sendo atraído por uma linda menina em direção ao depósito, sem perceber que estava sendo seguido. Clary parecia ser a única pessoa que conseguia enxergar o que estava acontecendo. Ela precisava impedir que algo muito ruim acontecesse, ela precisava impedir que alguém se machucasse. No entanto, ela vai presenciar cenas absurdas, que ninguém mais consegue. 

    Jace, Isabelle e Alec são Caçadores de Sombras e estão realizando seu trabalho: encontrar e matar demônios. Estranhamente, Clare é a única mundana em 100 anos que consegue enxergar habitantes do mundo das sombras. E isso, com certeza, é um mistério que precisa ser investigado.

    Jace tenta convencê-la a ir para o Instituto conversar com Hodge, o tutor deles, quando ela recebe um telefonema estranho de sua mãe, que está em sério perigo. Clary corre para casa e se depara com um enorme demônio Ravener que tenta matá-la, mas eles lutam e ela consegue vencer o demônio sozinha. Veneno de demônio, porém, é muito perigoso e Jace se vê obrigado a levá-la para o Instituto para cuidar dos ferimentos.  

    A partir daí, a menina passa a descobrir um mundo totalmente diferente, cheio de seres sobrenaturais e muitas histórias, incluindo a de seu passado desconhecido. 


    Tive certa relutância em ler essa série de Cassandra Clare por vários motivos. Primeiro: preconceito pelo tema; Segundo: preconceito contra a autora e todo aquilo que foi dito em relação às fanfics; Terceiro: estava um pouco cansada de YA, então resolvi dar um tempo e diversificar... A Galera Record lançou o terceiro livro e todo mundo falava tão bem de Instrumentos Mortais que eu decidi arriscar e me aventurar. Resultado: estou apaixonada, louca, desesperada pela série.


    Foram 360 (de 459 páginas) devoradas de uma vez, sem parar e sem perceber e uma enorme dor na consciência ao fechar o livro e pensar: POR QUE DEMOREI TANTO???


    A leitura é fluida, os diálogos e os personagens muito bem construídos, a história bem desenvolvida. Cassandra soube elaborar com muita criatividade, um cenário quase palpável para o desenrolar de sua estória. Sobre a edição, a editora optou pelo máximo da qualidade. As páginas são amareladas, a capa é especial e linda, sem falar no trabalho de revisão impecável. Acho que não preciso falar mais nada, né? Deixarei apenas um quote que, tenho certeza, fará vocês suspirarem!

    "A biblioteca era circular, com o teto cônico em uma parte, como se tivesse sido construída no interior de uma torre. As paredes eram alinhadas com livros, as prateleiras tão altas que escadas enormes eram postas em intervalos ao longo do recinto. E também não havia livros normais - eles eram encadernados em couro e veludo, enfeitados com cadeados de pedra brilhantes e iluminados com caligrafias douradas. Pareciam gastos de um jeito que deixava claro que não eram apenas velhos, mas bastante utilizados, amados." Página 71


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