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    A Mediadora #2, O Arcano Nove - Meg Cabot


     

    "O Arcano Nove... o eremita, a nona carta do tarô, guia as almas dos mortos para além da tentação das fogueiras ilusórias ao lado da estrada, de modo que possam ir direto ao seu objetivo mais elevado." 
     

    No final das contas se mudar para a Califórnia não foi tão ruim assim para a Suze. Para falar a verdade, a mudança está se mostrando ótima! Com baladas, amigos, praia e gatinhos tenho certeza que Suze está sabendo aproveitar muito bem a sua nova cidade. É em uma dessas festas que Suze conhece Tad Beaumont, o garoto mais popular da cidade. Mesmo sendo apaixonada por um fantasma de 150 anos, Suze resolve que é hora de seguir em frente, afinal Jesse não mostra interesse por ela mesmo. Ficar com Tad é uma boa maneira de começar a fazer isso, não? 

    Porém, Suze é uma mediadora, não se pode esquecer disso. Ela foi destinada a ajudar almas perdidas a seguirem em frente para o outro lado. Nessa sequencia de "A Mediadora", Suzannah é frequentemente acordada por uma fantasma implorando ajuda.  É tentando descobrir uma maneira de ajuda-lá que Suze descobre o possível envolvimento do pai de Tad (seu novo "namorado") no assassinato. 


    O Arcano Nove (Galera Record, 2004, 272 páginas) me prendeu mais do que "A Terra das Sombras". Mas, ainda sim não é uma história perfeita. Faltou algo, não sei o quê, mas faltou. Fiquei muito ligada a história dos Beaumont, sem dúvidas foi uma coisa muito bem bolada por parte da Meg, chegando até me surpreender no final. Podia jurar que existia muito mais que fantasmas nessa história, em alguns momentos até fiz minhas apostas. 


    Nesse livro conhecemos o deus (quase) grego Tad Beaumont, que é um fofo, mas não chega aos pés do Jesse, o meu fantasma preferido. O que eu realmente não gostei no Tad foi o fato dele só falar em basquete. No meio desse triângulo amoroso - Tad, Suze e Jesse - a nossa protagonista valentona é confrontada pelos seus sentimentos por Jesse e tenta por tudo nesse mundo não se envolver mais com ele. Só que agora é tarde demais né? Impossível não se apaixonar por Jesse-Lindo-Fofo. Achei digno a Suze se envolver com outro rapaz - ponto positivo - porque o Jesse está fazendo muito jogo duro: ora ele finge não se importar, ora ele tem ataques de ciúmes. Se decide né gato?

    É fantástico o jeito com que a Meg coloca a Suze nas mais loucas situações, você fica rindo sozinha em alguns momentos, se perguntando: "Deus, isso é possível?". Claro que é. Para a (diva) Meg Cabot tudo é possível. Eu realmente amo a Suzannah porque ela não é uma mocinha convencional e mostra literalmente sua força nesse livro. 

    De modo geral o livro é bem leve e divertido, para ser lido em uma tarde. Contém de tudo um pouco: conflitos familiares, situações perigosas e embaraçosas e amizade. Super recomendado.