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    Dois dedos de prosa e um pastel: Marcia Rubim

    Quadro: A ideia é entrevistar os autores sobre seus livros e personagens com uma pitada de pimenta. Pretendemos perguntar tudo sobre a obra, os novos caminhos, como chegou à história e descobrir os segredos dos autores.

    Olá, leitores!

    Depois de muito tempo sem postar entrevistas, voltei com mais uma especial. Hoje vou entrevistar uma escritora que vem conquistando todo o Brasil com o seu médico vampiro hot. Marcia Rubim, autora de Adeus à Humanidade, é a convidada de hoje do Dois dedos de Prosa. Vem comigo?!


     Sinopse: Uma paixão acendendo após mais de um século de escuridão.Uma doença atual apagando a luz de uma vida.Somente sua mordida poderia curá-la.Apenas seu tipo sanguíneo seria capaz de matá-lo. Como um amor tão improvável sobreviveria? Do que você seria capaz de abdicar para salvar e vivenciar, mesmo que por pouco tempo, um amor jamais sentido antes? Da cura de milhares de humanos? Da própria vida? Stephanie tinha todos os motivos do mundo para não acreditar em seres míticos ou na felicidade, mas vai descobrir que estava totalmente enganada. Sua alma-gêmea existe! O problema é que a linha do tempo que a separa do amor eterno é muito tênue. E somente um milagre possa uni-los novamente.

    Enfim, divirtam-se com a prosa e escolham um pastelzinho por que esta entrevista vai pegar fogo!













    Cardápio da entrevistada

    Nome:
    Marcia Rubim
    Blog: marcia-rubim.blogspot.com.br
    Profissão: Escritora e odontóloga
    Hobbies: Ih, são tantos (rsrs)... Bem, escrever, pintar, cantar, jogar tênis, confeccionar bijuterias, bater papo pelo facebook, e por aí vai...
    Um livro: O Melhor de Mim – Nicholas Sparks
    Um filme: À Procura da Felicidade
    Uma música: Forever by my side
    Pastel preferido: queijo minas


    Como foi o processo de criação dos personagens do livro? Foi lento e gradual. Na verdade, como já disse em outras entrevistas, jamais imaginei que publicaria o livro. Eu escrevia para me distrair, sem pressa alguma. As ideias iam surgindo e tomaram uma proporção tamanha que o manuscrito acabou virando uma série de 4 volumes ( rsrs), sendo ADEUS À HUMANIDADE o primeiro! 
    Mas, enfim, eu queria personagens mais maduros e reais - um pouco mais adequados à nossa realidade brasileira-, já que o que encontramos na literatura atualmente, na maior parte das vezes, refere-se sempre aos adolescentes em término de ensino médio. Além disso, procurei focar menos no aspecto da diferença entre espécies e mais num romance impossível e cheio de reviravoltas, o que, acredito eu, tornou a trama um tanto diferente das demais.

    De onde vem a sua atração por vampiros e seres sobrenaturais?
    Difícil responder... Sempre amei filmes de vampiros na infância. Lembro-me de um longa-metragem (que até hoje não recordo o nome) que tinha um exemplar tão bonito e sexy da espécie que eu chegava a sonhar que valeria a pena doar meu sangue para ele, só para tê-lo por uma noite...(rsrs).

    Depois, é claro, foram surgindo inúmeros livros sobre o assunto, o que aumentou a minha curiosidade. Anne Rice, Bran Stoker, entre outros... Mas é impossível não citar a Stephanie Meyer como um divisor de águas, abrindo com Crepúsculo um leque de possibilidades sobre este ser tão misterioso.

    O título do livro é bem diferente e marcante. Como foi o processo de escolha do título? Você já sabia que seria esse antes de escrever ou só decidiu na hora?
    Na verdade, a escolha do título não foi difícil para mim. Eu já tinha a história na cabeça: começo, meio e fim. Sabia exatamente o que queria transmitir com ela, apenas precisava desenvolvê-la. Sendo assim, o nome da série surgiu logo no início. O interessante é que, apesar do título marcante, os leitores só terão a verdadeira compreensão do motivo pelo qual o escolhi ao final do livro. Muitas pessoas pensam que o enredo se trata de algo apocalíptico, e inicialmente não entendem o que o nome tem a ver com a trama, ficando surpresos e até mesmo impressionados ao descobrirem no epílogo.

    Stephanie é uma personagem bem determinada e realista. Você se baseou em alguém para escrevê-la? Como surgiu a personagem?
    Stephanie, no meu entender, é o reflexo da mulher batalhadora brasileira. Aquela que precisa dar nó em pingo d’água e rebolar muito para fazer o pequeno salário esticar até o final do mês, que engole em seco as exigências absurdas do patrão por medo de perder o emprego e não ter como sustentar a família, mas que também não leva desaforo para casa e sabe dar o troco. Não sei se me inspirei em alguém, especificamente, para compô-la. Apenas acho que existem inúmeras mulheres como ela por aí, e talvez, por isso mesmo, tantas pessoas tenham se identificado com a personagem.

    E respondendo à sua última pergunta, criei Stephanie assim justamente mostrar o outro lado da moeda, ao invés de engrossar a fileira de personagens jovens, que têm como única preocupação apenas estudar, namorar, e resolver problemas banais da adolescência.

    O que mais te surpreendeu depois do lançamento do seu livro?
    Sem dúvida alguma, o retorno carinhoso dos leitores. Isso é muito gratificante!

    É impressionante a quantidade de pessoas que me enviam recados diariamente, dizendo que encontraram alguma coisa em comum entre os personagens ou que se emocionaram com a história. Há, inclusive, aqueles que sentiram a trama com tamanha intensidade que se viram numa turbulência de emoções, chorando e rindo das situações em questão de páginas, ou até mesmo perdendo noites de sono. Esse relato é um momento sublime para qualquer autor!
    Para terminar, vou colocar muita pimenta no seu pastel e perguntar o que não quer calar.Dentre todos os vampiros literários, qual você convidaria para jantar? Por quê?
    Sem querer puxar a sardinha para o meu prato, o Dr. Richard de Adeus à Humanidade, SEM DÚVIDA ALGUMA eu convidaria, embora, sabendo o que se passa naquela mente que eu mesma criei, esteja certa de que ele não iria aceitar! =( 
    Mas, na impossibilidade, o Damon Salvatore, do ‘ Diários do Vampiro’, cumpriria com louvor o papel! ( ai, ai... Deixa quieto! Rsrs)
    Bem, o motivo... Gosto do jeito dele, rebelde sem causa e cheio de defeitos, mas apaixonado e lindo! Just it!!! Hahaha


    Beijinhos,