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    Doce Ilusão - Melissa Hill





    Depois que li "Preciso te contar uma coisa", Melissa Hill elevou-se ao posto de uma de minhas autoras preferidas de Chick-Lit. Claro que fiquei louca, alucinada com o lançamento de "Doce Ilusão", ano passado, mas o livro estava com um preço bem salgadinho e achei melhor esperar um pouco para comprar sem me sentir assaltada. 

    Foi na Bienal de SP que finalmente adquiri meu lindo livro de capa azul, mas não cosegui iniciar a leitura. Entrei naquela ressaca literária e passei meses sem conseguir ler uma página sequer de qualquer livro que tentasse abrir. Agora, já recuperada e procurando algo leve, peguei o "capa azul" (sim, é assim que eu o chamo) na estante e deitei no sofá para saborear as palavras de Melissa. 

    Que decepção. Tentei e tentei entender a história, me enquadrar no que estava lendo... NADA. Sinceramente não entendi o que Melissa propôs nesse livro. Ela escreve sobre 3 mulheres, diferentes, com vidas em estágios bem definidos e distintos e que, por azar, encontram-se no mesmo local de um grave acidente de trem. 

    Rosie Mitchel é viúva e sente muita falta de seu falecido marido e ainda tem que lidar com as loucuras de sua filha e genro, que querem ter uma vida que não podem pagar, sempre preocupados em aparentar mais do que possuem. 
    Dara Campbell, é recém-casada, advogada com uma carreira bem estruturada, mas não consegue se livrar de fantasmas e lembranças. Louise Patterson só tem 24 anos, e uma vida complicada e cheia de dívidas. 

    O que essas mulheres têm em comum? 
    Na minha opinião nada que justifique Melissa interligar a história das três. Ponto. (mas gente, é a minha opinião, tá?)
    A maneira como a autora conduziu a história foi chata, sacal. Já tenho um certo receio em capítulos alternados e em Doce Ilusão, isso foi feito o tempo todo de maneira estranha e aleatória. Em um momento eu estava lendo sobre Rosie e "puf" lá estava eu sabendo sobre as paranóias de Dara, para 5 segundos depois, ser bombardeada por informações sobre Louise. 

    Acho que se Melissa tivesse escolhido apenas 1, ou até 2 dramas para contar, o livro teria fluído melhor. 

    Não recomendo!