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    Tudo em família: A mediadora ( Cuidado, pode conter Spoilers)




    Muito bem, aqui estamos novamente com mais uma família literária e dessa vez eu escolhi A Mediadora que faz parte das minhas séries literárias favoritas.
    Eu não quis dizer a família Ackerman de primeira porque, sinceramente, ninguém ia conhecer, e não é porque o leitor é desatento ou qualquer coisa do tipo, mas porque a nossa personagem principal tem o sobrenome Simon e isso meio que gruda na nossa cabeça...


    Eu não vou falar muito de Peter Simon ou Cynthia Ackerman por dois motivos; primeiro eu quero focar na família principal da série e segundo, eu não sei o suficiente de cada um deles para escrever um tópico decente. Bom, vamos lá.


    Suzannah Simon é uma adolescente nada comum, ela é uma mediadora, ou seja, fala com os mortos. Isso acontece desde os dois anos de idade e além de todas as bizarrices que já presenciou, acho que a mais traumática,  é o poder de ver seu pai, ou pelo menos seu fantasma. Ela é decidida, sarcástica (e para mim isso é o mesmo que engraçada), vaidosa (eu morro por seu guarda roupa) e também durona, o tipo de garota que carrega sempre um soco inglês na bolsa, sabe? 

     Nunca se sabe quando se vai precisar dar uns socos em alguém. Ela morava em Nova York, mas após o casamento da mãe se muda para uma casa antiga na Califórnia com a nova família, e ao chegar lá descobre que terá que dividir seu quarto com um fantasma ,lindo, de 150 anos que pode ou não ter uma queda por Suzannah. Eu, com isso,  quero dizer que sim, hermosa.
    Helen Simon-Ackerman é a mãe de Suzannah. Seu marido, Peter Simon, morreu de um infarto fulminante e depois disso, se casou novamente com Andy Ackeman. Ela é jornalista e por ter um trabalho flexível e apenas uma filha (ela não tem ideia dos poderes de Suzinha, mas sabe que há algo de errado com ela) se muda para Carmel, Califórnia.


    *A mãe de Suze não tem um nome oficial, mas quando perguntada, a Meg Cabot disse que nomeou todas as mães dos livros que estava escrevendo na época de Helen.



    Andy Ackerman se casou com Helen após a morte de sua esposa, Cynthia Ackerman. Ela morreu de câncer no ovário e depois de alguns meses de sofrimento, Andy e os três filhos decidiram desligar os aparelhos. Andy é um carpinteiro que tem um programa de TV no estilo ‘faça você mesmo’. Foi ele quem descobriu os ossos de um certo cadáver ao instalar uma piscina no quintal da família. Ele é um excelente cozinheiro (casa comigo?) e acha que é um comediante, o que me lembra de uma frase de Suzannah:
    *Did I mention that Andy thinks he’s a comedian? He’s not. He’s a carpenter.
    Tradução livre: Eu já falei que Andy acha que é comediante? Ele não é. É um carpinteiro.

    Aqui começa a parte complicada, eu nunca aprendi o nome de verdade desses três então vou chamar basicamente pelos apelidos.


    Soneca é o meio-irmão mais velho, tem 18 anos, de Suzannah, e como o nome já sugere está sempre dormindo ou com cara de cansado. Ele está cursando o último ano no colégio e trabalha em uma pizzaria de noite para comprar um Camaro, então a gente meio que relava o resto, e parece que as garotas também, porque ele é considerado um gato. Seu nome verdadeiro é Jake Ackerman e  tem uma ideia fixa de que Suzannah faz parte de uma gangue porque uma vez a viu fumando. Mas foi só uma vez! Ele adora surfar e estranhamente só fala quando se referem a ele diretamente, ou quando realmente se interessa pelo assunto.

    Dunga é o irmão do meio, tem a mesma idade de Suzannah e ganhou o apelido por estar sempre de mau humor. Ele faz parte do time de luta da escola e só sabe falar de garotas, festas, músculos e shakes de proteínas. Tudo isso combinado, mais a sua insistente mania de se meter no que não é chamado (ele descobre que tem um ‘cara’ entrando no quarto de Suze) faz com que seja o menos querido dos três irmãos por Suzannah. Seu nome verdadeiro é Brad Ackerman.

    Mestre é o irmão mais novo, tem 12 anos, e é um sabe tudo. Além de super inteligente (ele foi convidado a pular uma série mas recusou) também é muito corajoso. Quando descobre que o quarto de Suze é ‘assombrado’ ele se oferece para trocar com ela, apesar de seu medo, para protegê-la (muito fofo). Ele é ruivo e foi de grande ajuda na pesquisa sobre o passado de Jesse. Ganhou o apelido por motivos óbvios e seu nome verdadeiro é David.


    Suzannah também tem um gatinho de estimação (segundo Jesse ele parece um pônei) chamado Spike. Ele tem a orelha estragada e se afeiçoou muito a Jesse (quem não se afeiçoaria, né?).
    Bom, eu decidi não colocar nenhuma imagem porque, sinceramente, eu não quero me intrometer na imaginação de ninguém e sugerir uma pessoa para o papel (e também porque eu não consigo pensar em ninguém que se pareça com os personagens --‘).

    Muito bem, agora o momento curiosidade: A mediadora era originalmente uma série de oito livros, mas com a baixa venda no começo ela foi diminuída para seis. A Meg Cabot já havia falado que não escreveria mais livros da série pois o livro havia acabado do jeito que ela queria, mas que era possível um dia haver um epílogo. Bom, eis o que ela colocou no Twitter:
    Tradução livre: Para os fãs de A mediadora que estão perguntando, sim, haverá um sétimo livro da série. Comecei uma busca secreta em Carmel ano passado. Mas será um livro GRANDE e levará um tempo para escrever. Obrigado por todo o suporte, amor e paciência. 

    Abraços e beijos Suze e Jesse.

    Só eu que estou surtando? Eu acredito (posso estar enganada) que esse livro vá sair logo porque, sinceramente, essa mulher escreve muito rápido! E o livro tem que ser enorme mesmo para matar a saudade de uma vez.

    Bom, é isso pessoal, até a próxima, e não esqueçam de visitar o Terapia do Livro!

    Bia Albuquerque