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    Caçadora de Unicórnios - Ordem da Leoa- Vol 1 - Diana Peterfreund - Galera Record






    Sinopse:
    Esqueça a lenda. Unicórnios não são fofinhos. Nem alados. Muito pelo contrário: são cruéis, carnívoros e venenosos. É o que Ariel cansou de ouvir de sua, digamos, "um pouco obcecada" mãe. Ao que parece, as duas fazem parte de uma longa linhagem de caçadoras de unicórnios, descendentes de Alexandre, o Grande. Ah, e o Bucéfalo? O famoso cavalo do mais temido conquistador da história? Sim, você adivinhou... Unicórnio. Claro que Astrid costumava zombar dessas excêntricas histórias - até que o namorado foi atacado por um... pônei com chifre? E salvo do estranho veneno por uma droga milenar, um remédio mítico feito à base de unicórnios e guardado com zelo insano pela mãe de Astrid. Por isso, agora ela está indo para um claustro em Roma. Um antigo centro de treinamento para caçadoras. No entanto, na antiga Ordem da Leoa, nem tudo é o que parece. Fora de seus muros, os unicórnios esperam para atacar. E dentro, Astrid enfrenta outras ameaças inesperadas: paredes cobertas de troféus de caça vibram com um poder terrível, as outras caçadoras, e até mesmo seus patrocinadores sugerem intenções escurssas; mas o mais perigoso talvez seja a atração crescente por um estudante de arte... uma atração que pode pôr tudo a perder...





    Como começar esta resenha. Difícil, porque o tema é bem diferente e causou vários conflitos na minha cabeça. Primeiro porque se trata de unicórnios assassinos. Oi? Você que sempre sonhou em ganhar um unicórnio fofo com o rabo colorido na infância vai se espantar com os personagens deste livro que são caçadores de unicórnios. 


    O começo da leitura é interessante, eu fiquei bem curiosa quando vi o primeiro ataque do unicórnio e confesso que foi bem chocante imaginá-lo com garras e dentes afiados, mas depois fui entrando no clima do livro e aceitando mais as coisas. Só que esse papo de que a caçadora tem que ser virgem para não ser atacada por eles é bem irritante. Eu já fico com pé atrás com esses livros em que as mocinhas são virgens eternas, mas relevei para poder ler à vontade sem me estressar.

    Astrid é uma personagem interessante que cresce ao longo da narrativa e nos envolve em sua vida de uma forma bem cativante, assim como Philipa que trouxe a alegria para o livro deste que entrou na história.  Giovanni é muito fofo e a mãe de Astrid, Lilith, é uma mulher bem esquisita, mas acredito que ela ainda vá nos surpreender nos próximos livros.

    A leitura tem um tom irônico e os títulos de cada capítulo são bem criativos, parece que tem um locutor narrando à história. Esse efeito aproxima o leitor do livro e facilita a identificação com o tema. Pelo menos foi o que me fez persistir até o final, já que eu arrastei umas longas 100 páginas até entrar de vez no mundo dos unicórnios malvados e terminar de ler.

    O bom é que Diana Peterfreund explicou com detalhes a sua fantasia, descreveu todos os tipos de unicórnios e eu pude entender melhor, mesmo assim achei um pouco cansativa e pensei em largar o livro várias vezes. Não sei se foi por causa do tema chocante, ou porque demorou um pouco para me cativar. Mas, é questão de gosto. A capa é linda, vem com um marcador atrás para você cortar e usar e a diagramação está impecável. 

    Recomendo a leitura, apesar de não ter gostado muito. 

    Beijinhos,