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    Serie Day | House


    Olá leitores! Hoje é dia de Serie Day e resolvi trazer pra vocês uma das minhas quatro séries favoritas: House. É uma das poucas séries que achei que tiveram um começo, um meio e um final dignos. Embora eu conheça muitas pessoas que não gostaram de House em um determinado momento eu amei todos os episódios sem exceção. Principalmente porque amo o personagem principal. Com seu sarcasmo, seu gênio e sua extrema inteligência, Dr. House é um dos personagens mais bem construídos que já vi na minha vida. 


    "Todo mundo mente."

    Os episódios meio que seguem um padrão. Começa sempre com algum paciente sofrendo algum ataque, ou tendo algum sintoma que desencadeie uma doença misteriosa. A equipe do Dr. House. formada - inicialmente - pela doutora Cameron, Dr. Chase, e o Dr. Eric Foreman, é responsável por todo o contato com o paciente, já que House se recusa a ter algum contato com o mesmo, e juntos eles tentam descobrir a doença misteriosa do paciente. O que diferencia são os métodos nada convencionais utilizados para isso. Muitas vezes House faz "testes" no paciente, muitas vezes arriscando a vida deste e sendo sempre anti-ético. 


    Uma curiosidade, que acredito que muitos não saibam, é que House é muito semelhante a Holmes. Tanto na personalidade, com relação a questão da dedução e observação, e até o fato de serem anti-sociais, como na questão de por exemplo o número do apartamento ser o mesmo, a amizade com o Dr. Wilson e Watson, o vício que ambos tem, o passatempo relacionado a música, e muitos outros detalhes que, aos fãs de Sherlock Holmes não passam despercebidos.


    Ao mesmo tempo em que temos as tentativas de diagnóstico dos pacientes lidamos também com a questão pessoal de House e até dos integrantes de seu "time". Por exemplo a relação conturbada de House e Drª. Cuddy (sua chefe), a amizade com Dr. Wilson, as pegadinhas que ele prega em todos, e claro, uma das coisas que eu mais gosto: as frases de efeito do House. 

    "As coisas mudam, não significa que elas ficam melhores."

    House é um personagem genial e muito excêntrico. É muito inteligente como médico, e embora use quase sempre métodos muito arriscados, na maioria (maioria mesmo) das vezes ele tem razão. Fora o fato de que, nas raras vezes que Cuddy consegue obrigá-lo a lidar com os pacientes na clínica geral, ele consegue deduzir os hábitos da vida da pessoa em minutos, apenas com base em sintomas, ou características que passam despercebidas a muitas pessoas. Ele muito reconhecido por seu mau-humor e seu sarcasmo. Ele mesmo admite que não gosta de ninguém. Ele não acredita em religião, acha o amor superestimado e acredita (ou deveria dizer sabe) que tudo mundo mente. O cara é simplesmente sensacional. 

    "Não é nada pessoal. Eu não gosto de ninguém."

    Ao longo da série, que contém 8 temporadas ao todo, a equipe de House passa por algumas mudanças. Entrando a Hadley (mais conhecida como "13"), o Dr. Taub e o Dr. Kutner, e saem Chase e Cameron. Esses dois voltam brevemente nas próximas temporadas mas saem de novo. Gosto muito das duas equipes (embora tenha um amor especial pelo time original), mas achei uma pena que na última temporada todos eles saem, restando apenas o Chase e o Taub. Porém, ainda assim achei que teve um fim digno, inesperado, mas digno.


    A série é maravilhosa. Cada episódio é viciante, e os atores, principalmente o Hugh Laurie (Dr. House), são fabulosos. O mistério da doença, e mais ainda, o intrigante Dr. House não nos deixa desgrudar da série até acabar. Achei que foi uma das poucas séries que soube quando acabar. Quando começou a decair eles deram um fim. Só tenho elogios quanto a série, e tenho muita curiosidade em ler os livros que foram escritos baseados nela e na personalidade e filosofia de vida do Dr. House. 


    Ah, e por questão de curiosidade, todas as doenças abordadas na série, embora muito raras, são verdadeiras. A gente pensa que é loucura uma coisa daquelas existir, mas sim, aparentemente existe, rs. Quem já assistiu sabe do que eu to falando e quem não assistiu, corram pra ver porque é tudo de bom!


    Beijos,
    Lari Gaigher