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    Cidades de Papel - John Green

    "É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo."

    Olá pessoal, a resenha escolhida para hoje é Cidades de Papel, um livro para lá de misterioso. Escolhi esse livro por ter lançado o filme nesse mês, achei que seria interessante escrever sobre ele.

    Bom, o livro tem uma quantidade bem significativa de páginas, na minha opinião, ele tem uma leitura bem lenta, as coisas demoram muito a acontecer e se a pessoa que estiver lendo for ansiosa e agitada, não vai se dar muito bem com o livro. Eu, por exemplo, demorei a terminar, fiquei duas semanas lendo um livro de menos de 400 páginas, coisa que não acontece nunca.

    As coisas em Cidades de Papel acontecem de uma forma muito lenta, isso deixa o livro bem chato. A Margo é uma menina bem misteriosa, popular, o tipo de menina que todos os meninos querem ter como namorada e todas as meninas querem ser amiga. O tipo de menina que julgam ser perfeita.

    Quentin, narrador da história, é o “nerd” apaixonado por Margo desde criança. Eles viveram muitas coisas juntos quando mais novos e acabaram se afastando conforme foram crescendo. Quentin tem dois melhores amigos, Ben e Radar. Eles fazem tudo juntos e, não são do tipo descolados, populares e que vão a festas.
    "O para sempre é composto de agoras."
    Depois de uma noite cheia de adrenalina onde, Margo e Q (como chamam Quentin), fazem coisas proibidas, como invadir prédios, Margo Roth Spiegelman some misteriosamente, deixando pistas que, Quentin supõe serem para ele e resolve então, ir à procura de Margo.

    Como eu já disse, o livro é bastante lento, então as coisas demoram a tomar um rumo e a história demora muito a desenrolar. Sinceramente, eu esperava muito mais do livro, visto que “A culpa é das estrelas” e “Quem é você, Alasca?” são livros que me deixaram muito satisfeita e que eu realmente gostei muito.

    Cidades de Papel, de certa forma, me deixou bem decepcionada. Tudo bem que sabemos o quanto o nosso querido John Green gosta de nos surpreender e fazer algo que nós, jamais esperaríamos.

    Bom, peço que me perdoem por qualquer coisa, estou aberta a críticas, desde o momento que essas sejam construtivas. 

    Classificação:



    Fico por aqui, até a próxima,