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    O dia em que comprei o meu primeiro e-book.


    OiOi gente, tudo bem? 

    Meu nome é Paola, mas pode chamar de Lola :D Sou gaúcha, estudante de Produção Editorial, blogueira literária e recente “contratação” do Romances e Leituras. Vocês vão me ver por aqui inicialmente responsável pela coluna aleatoriedades e por algumas resenhas. 

    Espero trazer algumas discussões interessantes sobre o maravilhoso mundo literário e saber a opinião de vocês sobre as temáticas. 

    Agora, bora sentar em roda e falar sobre um livro que anda meio esquecido, o livro digital? 

    Ainda lembro com detalhes do dia em que comprei o meu primeiro e-book. 
    Era um dia quente, e eu acordei atrasada para a aula. Até aí, nenhuma novidade. Como sempre costumo fazer ao acordar, chequei rapidamente meus e-mails antes de correr para me arrumar a tempo de pegar o ônibus.
    Eis que havia um e-mail da Dona Amazon, que em função da minha busca recente por um exemplar de Tolstói, já aproveitou para divulgar descontos em alguns títulos digitais do autor. Após baixar uma prévia do livro caí de amores pela primeira frase. Ela era tão impactante que tomei a decisão ali, naquele mesmo instante de paixão fulminante. 


    E foi assim que comprei meu primeiro exemplar digital, o e-book de Anna Kariênina, clássico do autor que já vi várias blogueyra falando bem no Instagram (espero que vocês não estejam mentindo queridas). 

    Lembro claramente desses detalhes por uma única razão: apenas cinco dias se passaram desde a minha compra (pasmem). Pois é, esta que vos escreve sempre torceu o nariz para livros digitais, já que amo cheiro do livro físico, amo sentir a textura da página, venerar o papel pólen (vulgo folhas amarelas), admirar meu exemplar na estante... 

    Contudo, depois de fazer um trabalho sobre o assunto para o meu curso, percebi que o e-book tem milhares de vantagens e é impossível ignorar a maior delas: a democratização da leitura. Qualquer um que possuir acesso a um tablet, smartphone, computador ou e-reader dedicado (kindle, kobo, Saraiva Lev, etc) pode adquirir um livro digital (nem entrando no mérito das revistas e jornais) e começar a leitura no mesmo instante.
     

    Confesso que ler no smartphone não é muito confortável, por causa do reflexo e da tela pequena. Mas quebra um galho, principalmente quando estou esperando em alguma fila, ou no intervalo das aulas. Além disso, me poupa ter vários livros na estante que eu não pretendo ler novamente, e não consigo passar adiante. Paguei R$ 4,00 no e-book (mais barato que pastel com coca-cola) e se eu seguir gostando da leitura pretendo comprar a versão física (lindona da Cosac Naify) para ter as duas experiências de leitura (física e no digital). 


    Posso afirmar que não pretendo abandonar o livro físico pelo digital, mas me convenci de que ambos têm vantagens e que ora posso desfrutar da praticidade de carregar vários livros em um único dispositivo, ora posso preferir a experiência do livro físico. 

    Agora me conta: você tem o hábito de consumir e-books ou prefere ler só o livro impresso? Comenta aí embaixo o que você pensa a respeito da eterna guerra entre e-book VS livro físico e se você já escolheu um lado (ou quem sabe os dois). 


    Beijocas!
    Lola