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    It- A coisa


    Hi-yo Silver!!!!

    No nosso querido próximo mês de setembro sai o remake de uma das maiores e mais aclamadas adaptações de obras do nosso querido Stephen King, o filme It - A Coisa. E sem dúvidas, é um dos meu livros preferidos, que é praticamente uma bíblia pelo seu tamanho e seu conteúdo, porque meus amigos, S.K. é sim a minha religião.

    Brincadeiras a parte, essa resenha é para os amantes do mais puro terror, seja cinematográfico ou literário, e também aos coulrofóbicos (pessoas que tem medo de palhaços).

    Essa verdadeira relíquia foi publicada pela primeira vez em 1986 nos EUA, e sua primeira adaptação sucessivamente em 1990. O livro, pode se dizer que é dividido em duas partes, que andam juntas simultaneamente, alternando entre passado e o presente, uma característica muito evidente nas histórias do King, que faz você mergulhar de cabeça no que ele exibe. A primeira parte é quando nossos protagonistas ainda são crianças e enfrentam pela primeira vez a criatura que se apresenta muitas vezes como o palhaço Pennywise, e em outras formas mais ambíguas de seus maiores medos. Por isso o seu nome, ninguém sabia sua forma real. Era simplesmente A Coisa que se alimentava do seus terrores e dos corpos de crianças. Ela as atraia amigavelmente para em seguida devorá-las, foi exatamente o que aconteceu com George Denbrough, que tinha apenas 6 anos quando morto. E em sua segunda parte, quando elas já são adultas e retornam a sua cidadezinha natal, a pacata Derry que claro, fica no estado do Maine (de praxe, né Stivie?). 



    Naquele verão de 1958, o Loser’s Club (Clube dos Perdedores) descobrem o que é o verdadeiro sentido da palavra amizade. O líder deles, Bill Gago, era irmão mais velho de Georgie e inicia uma verdadeira caça contra A Coisa junto de seus novos amigos, Richie, Mike, Ben, Stan e Beverly. Eddie, no entanto, já era amigo de Bill antes do grupo ser formado.

    Bom, aposto que quando você era criança apagava a luz e saia correndo, porque com certeza aquilo que se escondia no meio da escuridão ia vir atrás de você (eu faço isso até hoje ainda). Ou você não olhava debaixo da cama, porque seja o que for que temesse, aquilo estaria lá pronto pra te pegar. Monstros de filmes? Passava semanas pensando neles, porque eles eram sim reais. Seus maiores medos de infância é o que A Coisa se torna pra você, King juntou todos esses elementos numa criatura só, e vão fazer você se arrepiar dos pés a cabeça.



    Claro que não gira em torno só disso, com esse livro aprendi junto com seus personagens um aspecto mais corajoso de se viver o amor. O amor de todas as suas formas. Vivenciei cenas com eles, a ponto de me sentir completamente encantada e outras vezes muito aflita, sorrir e chorar numa mesma história sem perder o rumo da trama é uma das características que a torna tão boa, o sentimento. Cada um desses personagens, até mesmo o antagonista, Henry Bowers, o valentão que amedronta o grupo, é cheio de camadas, quando ainda crianças e após se tornarem adultos. Os habitantes da cidade de Derry também não passam despercebidos na narrativa, porque ela é muito mais do que aparenta ser.



    “Todos flutuam aqui embaixo, você vai flutuar também”
    O último filme teve o trabalho de reunir (ou, pelo menos pra mim, tentaram) todos esses elementos. É um clássico, apesar de eu mesma considerar as atuações ruins para aquela época, porque os efeitos visuais e especiais são de se relevar. Já nesse remake, a primeira parte será focada somente quando eles ainda são crianças, deixando a fase adulta para um segundo filme. Confesso que fiquei extremamente feliz, assim a história poderá ser muito mais elaborada do jeito que deve ser, não só pra te dar medo, mas para te proporcionar todas as possíveis sensações.

    A direção é de Andy Muschietti, com um elenco de peso, incluindo Finn Wolfhard (o Mike, de Stranger Things) interpretando Richie, o brincalhão da turma. Bill Skarsgård será o palhaço Pennywise, Jaeden Lieberher será Bill, Wyatt Oleff será Stan, Chosen Jacobs será Mike, Jeremy Ray Taylor será Ben, Jack Dylan Grazer será Eddie, e Sophia Lillis fará o papel de Beverly.

    Aconselho, primeiramente, a lerem essa obra perfeita do mestre King, e se você não o conhece, deve lembrar de algumas adaptações de seus livros, como Carry, a Estranha, À Espera de um Milagre, O Apanhador de sonhos, O Iluminado, a série Under the Dome e muitos outros. E segundo, aconselho a não perderem a chance de acompanhar essa história no cinema, o filme estreia no dia 7 do mês que vêm, e eu já estou garantindo meus ingressos antecipados, não deixe passar batido o que pode ser uma das maiores apreciações da sua vida.

    Me despeço com essa maravilhosa dedicatória do mestre aos seus filhos:

    "Crianças, a ficção é a verdade dentro da mentira, e a verdade desta ficção é bem simples: a magia existe. "

    Classificação





    Resenha por: Ingrid