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    A Rainha das Trevas - vol III - Anne Bishop


    Incapazes de atingir Jaenelle, a jovem Rainha, os membros corruptos dos Sangue fazem um jogo perverso de diplomacia e mentira, procurando destruir aqueles que sempre deram tudo por ela. E revertem as culpas para o seu tutor, Saetan, que passa a ser visto como a maior das ameaças ao poder instituído. Com Jaenelle como Rainha, a chacina do povo e a profanação das terras irá terminar. Porém, onde se fechou uma porta poderá abrir-se uma janela E mesmo que Jaenelle possa contar com os seus aliados, talvez não seja suficiente: só um terrível sacrifício poderá salvar o coração de Kaeleer. - SKOOB



    Como é que eu posso começar a falar de uma das melhores séries que já foram escritas nessa vida, sem escrever um rascunho-da-bíblia?


    A resenha em si é sobre o livro III, A Rainha das Trevas, que chegou a esta que vos escreve em parceria do blog com a editora Arqueiro. Os dois primeiros livros da série foram publicados pela Saída de Emergência, editora que teve o catálogo adquirido pela Arqueiro em 2016.

    Comprei os dois primeiros volumes da série há alguns anos, sem saber sobre o que era a história. Fiquei surpresa com o projeto gráfico incrível da capa, e confesso que esperava pelo menos uns ornamentos no miolo do livro. Mas o que de fato importa - o conteúdo - é nada menos do que incomparável!
    A revisão está impecável, e o projeto gráfico da capa está acima do nível da maioria das publicações do mercado de livros brasileiro.


    Anne Bishop construiu um enredo intrincado, que tem um espírito tanto jovem quanto maduro. Que é agressivo, denso, instigante.

    Os Sangue são uma sociedade matriarcal, em que a magia está presente em diferentes níveis, medidos por joias. Dentro dessa sociedade existem hierarquias de poder, e os machos tem um lugar que se resume em serem escravos das Rainhas.

    No início de cada volume já um resumo de personagens, o que facilita bastante na hora de se orientar, já que são muitos.


    Jaenelle Angeline é a protagonista ~suprema~ da história, e é a mais cheia de nuances que já entrou na minha vida literária. Nesse volume que encerra a trilogia ela está ainda mais poderosa, comprando briga com a parte mais trevosa da sociedade dos Sangue.

    Disposta a livrar os Sangue da corrupção orquestrada por Rainhas sedentas por poder, Jaenelle precisará abrir mão de muito mais do que eu pensaria ser possível.

    Nos volumes anteriores acompanhamos a inserção e ascensão de Jaenelle como a criatura mais poderosa que já caminhou entre os reinos, e nesse último volume ela está no auge de seu poder. 
    Em meio a muitas revelações, o momento que eu mais aguardava era o reencontro de Jaenelle com Daemon, o macho dos Sangue que conquistou alma e coração da Rainha de Ebon Askavi.

    É bem possível que essa resenha fique um pouco confusa, pois o enredo é realmente complexo. Contudo, uma vez que você inicia a leitura, página a página todas as informações vão se encaixando e aos poucos tudo vai fazendo sentido.

    Eu ainda vou precisar reler a trilogia, pois a complexidade da trama é tanta que tenho absoluta certeza de que perdi alguns detalhes entre um volume e outro, mas a verdade é que essa série é uma das minhas favoritas da v-i-d-a! 


    Uma fantasia que mistura intrincados personagens com um enredo tão complexo que me pergunto de onde a Anne Bishop tirou tanta imaginação.

    Se você gosta de séries com tramas que misturam magia, romance e guerras por poder, eu indico fortemente a leitura dessa trilogia! 

    Classificação:




    Quem aí já tinha ouvido falar da série? Me contem nos comentários se a Trilogia Joias Negras faz parte da estante de vocês (ou vai fazer) :D

    Beijocas!